Algum tempo atrás ganhei um iPad 2 de presente. Hoje ele já está mais ou menos incorporado na minha vida…. É o substituto natural do primeiro modelo, que não tive porque de fato é grande e pesado. O iPad 2 que tenho é mais leve, mais fino e só tem wi-fi, pois uso a internet compartilhada do iPhone ou de qualquer estabelecimento comercial por perto.
Ainda assim não dá para sair carregando o tablet em uma só mão, todos os dias, porque o uso continuado força o punho, que reclama. Tive, depois de algum tempo, que criar o hábito de segurá-lo com ambas as mãos ou transportar na minha mala, que já tem um note bom, pequeno, fino, leve e rápido (que executa flash).
Chega de intriga, o que o iPad 2 tem com essa história se o assunto é o novo iPad? Bem, certamente é bom saber que o novo tem uma câmera com melhor definição e uma tela que tenho no iPhone, com tamanho maior. Mesmo assim em nada me agrada o fato de o novo aparelho ser mais pesado e a demora excessiva para carregar, simplesmente porque os novos recursos exigem mais dele.
A praticidade está em carregar a bateria mais rapidamente ou em não se preocupar com a carga quando se está no trabalho, sobrevivendo na emergência com a carga rápida sem deixar de usar o aparelho. Agora pensa bem, quem gostaria de ter um tablet mais pesado e mais chato para carregar, circunstâncias que, em ultima análise, prejudica o uso dele no dia-a-dia? Só para poder filmar em HD? Grande equívoco, isso deixo para a câmera point-and-shoot e para o iPhone, afinal, o iPad é muito grande e pesado, não se presta para esse fim de qualquer maneira. Exceto para os exibicionistas de plantão que, inclusive, já apareceram filmando alguns shows com o equipamento da Apple.
Então é bom ficar atento e repensar a prioridade do peso e da tela e, talvez na próxima geração, tal inconveniente estará resolvido. Apenas sei que por ora vou deixar passar, afinal a praticidade nesse caso fala mais alto.
por Pedro Vaz
