Que o jornal de papel está na corda bamba da relevância histórica, não é exatamente uma novidade. Lento, atrasado e até mesmo inconveniente, ele se mostra uma alternativa ineficiente para obter informações rápidas e ao vivo. As redes sociais, no entanto, mostram-se um veículo de notícias muito mais ágil e dinâmico, como explica um infográfico feito pelo Schools.com, que compilou informações de diversas pesquisas.
O gráfico mostra que a participação das redes sociais na forma como as pessoas conseguem as notícias vem crescendo. É verdade que ela ainda está bem abaixo da influência da TV. Ainda assim, 50% das pessoas entrevistadas descobriram algum grande furo nas redes, antes das emissoras tradicionais. Dentre essas notícias estão as mortes de Whitney Houston e Osama Bin Laden, por exemplo.
O grande problema das redes sociais é que as informações são disseminadas com velocidade antes de serem apropriadamente checadas, criando verdadeiras ondas de notícias falsas. Como exemplos, basta ver os trending topics do Twitter, que insistem em “matar” celebridades que estão vivinhas da Silva. O veterano humorista Bill Cosby, por exemplo, já foi dado como morto várias vezes pelo microblog.
Veja o infográfico, que mostra como as redes sociais dominam o cenário do jornalismo online, e apresenta os principais problemas que acompanham essa mudança de paradigma:

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