Há uns dois anos o Twitter era a principal rede social a ser considerada para qualquer marca que quisesse se inserir nas mídias sociais. Agora é o Facebook que atrai a atenção de qualquer marca, em virtude do seu crescimento vertiginoso e pelas inúmeras possibilidades de ações na rede social. Mas e hoje? Qual é o papel do Twitter nesse novo cenário? Conteúdo de qualidade? Como lidar com a limitação de caracteres e o fluxo desenfreado de informações? Ações promocionais? Como trazer visibilidade? Se você acha que o Twitter serve apenas para isso, então você está fazendo isso errado. Atualmente, notam-se duas trajetórias de voo para o passarinho azul: interação e curadoria de marca.
Sim, interação é uma tendência que já se solidificou. Não adianta uma marca estar no Twitter para ignorar quem fala mal ou bem dela. Nesta semana, soubemos que o número de reclamações sobre empresas no Twitter disparou 379% em um ano. Aproximar a marca do consumidor e importar-se com o que é dito é fundamental.
Se você acha que o Twitter serve para gerar tráfego para sites, saiba que esse não é bem o foco principal atualmente. O recém-nascido Pinterest já supera o microblog nesse aspecto. É preciso cuidar da sua marca. As grandes crises acontecem ou explodem no Twitter e para evitar a incômoda hashtag #FAIL, é preciso estar preparado para isso.
Enquanto isso, o Twitter investe em ações para não perder investimento das grandes marcas: as questionadas brand pages ainda não encheram os olhos das marcas, mas pelo que parece o Twitter ainda não desistiu delas. Funcionalidades de concursos e e-commerce já são planejadas.
Por enquanto, o melhor é investir no feijão com arroz e não provocar essa verdadeira angry bird das redes sociais.
